terça-feira, 6 de novembro de 2007

Laranja que não cai


Ricardo Röder, membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia de Montenegro-RS, que trabalha com a fabricação e venda de carvão, tinha uma plantação de laranja que não produzia. Após ler um folheto “Provai e Vede”, juntamente com a esposa, resolveu fazer um pacto com Deus, prometendo entregar 10% de oferta, além do dízimo. Seu irmão, com quem tinha sociedade, aceitou o fato com muita relutância. Já o pai, recomendou que separassem a sociedade.


Mas Deus estava trabalhando por ele e com ele. Enquanto no ano anterior havia colhido apenas cinco caixas de laranja, já no ano seguinte, logo depois de fazer o Pacto, colheu 130 caixas de laranjas, que vendeu à vista por R$ 25,00, enquanto que o preço médio era de R$ 15,00 pagos em 30 dias. O produto foi valorizado porque mesmo sem utilizar agrotóxico, sua fruta não caía do pé. Hoje, os familiares testemunham sobre o poder de Deus.


Já com o negócio de carvão, uma preocupação de Ricardo eram as perícias convocadas pelo Inmetro para sua empresa de carvão. Como o carvão pode variar de peso em função da umidade relativa do ar, Ricardo entregou a questão a Deus, fazendo um pacto com Ele, relacionado a ofertas. Feito o Pacto, por três vezes sua empresa foi convocada para a perícia, e ele conseguiu evitar a multa de R$ 800,00. Na quarta vez, confiante, não fez o Pacto e nem foi à perícia. Como resultado, recebeu uma multa.


Era Deus, com amor ensinando seu filho a depender mais dEle.Mas o Senhor tinha outra bênçãos. Faziam dois anos que o devedor de uma conta de R$ 4.500,00 pela venda de carvão, não se manifestava. Sem fazer cobrança alguma, Ricardo pediu que Deus se encarregasse da conta, e fez um pacto prometendo entregar, como oferta, 30% do recebido (Oferta de Inversão).


Quando no mês seguinte começaram a aparecer depósitos em sua conta, Ricardo descobriu que eram provenientes daquele devedor, que em virtude um bom negócio realizado, estava agora em condições de saldar a dívida.Hoje, ele sabe o que significa:“fazei prova de mim, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas dos céus, e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança”. Mal. 3.10.

Para Meditar

1.Você gostaria de fazer algum plano com Deus neste momento?

2.Deus tem derramado bênçãos sobre sua vida também? Conte hoje para alguém.


"Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes. "

Mal. 3:10

Meditações Diárias


A GLÓRIA DO REI
Na multidão do povo, está a glória do rei, mas, na falta de povo, a ruína do príncipe. Prov. 14:28.

Todos, queiramos ou não, de alguma forma ou outra, somos líderes. Na empresa, na família, na escola, na vizinhança. Eleitos ou não, a nossa vida é o permanente exercício da influência.
No texto de hoje, Salomão nos leva a pensar na importância das pessoas com as quais nos relacionamos todos os dias. “Na multidão do povo, está a glória do rei”, afirma ele. Você é o rei. Sua felicidade dependerá, em parte, do sábio relacionamento com as pessoas que o rodeiam.

Como exercer uma influência positiva nas pessoas? Em primeiro lugar, saiba quem é você. Para saber quem é você, você precisa saber quem é Deus. Como pode ir a algum lugar, sem saber onde está? Muitas dores que o homem causa são porque o ser humano não tem uma idéia correta dos limites de sua humanidade. Se você não é Deus e tenta agir como se fosse, vai se frustrar. Portanto, saiba quem é você.

Em segundo lugar, ame as pessoas e seja amado. Elas só seguirão uma pessoa amada. Se você não é amado e obriga as pessoas a segui-lo, não é um líder; é um ditador. Ninguém lidera “batendo”. Isso é assalto, não liderança. O líder não exige respeito, administra o respeito que os outros lhe dão voluntariamente.

Se você quer ser vitorioso e feliz na vida, não menospreze a importância das outras pessoas, por insignificantes que lhe pareçam. “Na falta de povo, está a ruína do príncipe”, é a segunda parte do conselho bíblico de hoje. Uma pessoa sábia não impõe seu ponto de vista a qualquer preço. Se fosse assim, só teria condições de dirigir a si mesmo. Quando você lida com outros seres humanos, tem que sair do “eu acho”, em direção do “nós achamos”.

Faça de hoje um dia de influência consciente. Ame as pessoas. Tente compreendê-las. Conceda-lhes uma segunda oportunidade. Inspire. Mas antes de fazer algo certo ou levar as pessoas a fazerem algo certo, seja você uma pessoa certa. Dependa de Jesus e lembre-se: “Na multidão do povo, está a glória do rei, mas, na falta de povo, a ruína do príncipe.”

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Filme cristão é censurado nos EUA


Associação de Cinema dos EUA, responsável por fazer a classificação etária de cada produção exibida no país, resolveu dar a um longa-metragem produzido por membros de uma igreja batista americana o selo PG, que significa que menores só podem assistir acompanhados dos pais.




A explicação: “Desafiando os gigantes” ("Facing the Giants") é evangelístico demais.Rodado e estrelado por membros da Sherwood Baptist Church em Albany, conta a história de um treinador de futebol americano decadente em busca da vitória nos campos e na vida. Bem água-com-açúcar. Mas levou o carimbo PG, o que assombrou os produtores. "A Associação justificou que o filme tinha mensagens fortes de uma religião e isso poderia ofender os praticantes de outras crenças", desabafa Kris Fuhr, vice-presidente de Marketing da Provident Films, braço da Sony Pictures.




Apesar da classificação, que limita o número de pessoas que poderão assistir ao filme, "Desafiando os gigantes" estreiou em 380 cinemas dos EUA. No Brasil, o filme foi lançado diretamente em DVD. "O curioso é que fé foi acrescentada à lista de pecados sobre os quais a Associação quer alertar os pais", ironiza Fuhr.




Mais um ateu que muda de lado (e diz por quê)


Antony Flew, o ateu mais famoso do século 20, se convenceu da existência de Deus por meio do design inteligente. Numa entrevista publicada em 30 de outubro, ele justifica essa mudança de lado: "Dois fatores em particular foram decisivos. Um deles foi minha crescente empatia pelo insight de Einstein e de outros cientistas notáveis para os quais deve haver uma Inteligência por trás da complexidade integrada do universo físico.


A segunda foi meu próprio insight de que a complexidade integrada da vida - que é muito mais complexa do que o universo físico - somente pode ser explicada em termos de uma Fonte inteligente... Essa foi a evidência que me conduziu a essa conclusão."O livro de Flew (There Is a God: How the World's Most Notorious Atheist Changed His Mind) pode ser adquirido na Amazon.


Espero que Dawkins e seus admiradores leiam mais esse livro. O outro que já recomendei aqui, também de um ex-ateu de Oxford, é O Delírio de Dawkins, traduzido e publicado em português pela Editora Mundo Cristão.
Por: Michelson Borges

Meditações Diárias

IRAR-SE E NÃO PECAR
Irai-vos e não pequeis; consultai no travesseiro o coração e sossegai. Sal. 4:4.

Pode você comer sem mexer a boca, correr sem agitar-se ou dormir sem fechar os olhos? Não! Como é possível então irar-se sem pecar? A ira em si já não é um ato pecaminoso?
O verbo hebraico ragaz, que no texto de hoje é traduzido como ira, indica comoção. Pode ser física ou psíquica, mas afeta toda a estrutura humana. Já o verbo jatá, que neste salmo é traduzido como pecar, significa literalmente “erram o alvo”. Quer dizer que cada vez que a ira toma posse de nosso ser, queiramos ou não, “erramos o alvo”. Não chegamos aonde queríamos chegar e, na maioria das vezes, chegamos aonde não queríamos chegar.

Na semana em que escrevo esta meditação, o Brasil assistiu horrorizado pela televisão a cena brutal do assassinato cometido por um juiz, pelo simples fato de o guarda do supermercado ter lhe dito que havia chegado a hora de encerrar o expediente. Aquele juiz nunca pensou em cometer semelhante crime. Mas na hora da ira houve uma comoção interior que o levou a tal loucura. Por isso, o conselho divino é: quando a ira aparecer e estivéreis afetados física e psiquicamente, “consultai no travesseiro o coração e sossegai”. Nada melhor para o problema da ira do que esperar pelo dia seguinte.

Tome uma decisão hoje. Diante das adversidades da vida, quando as coisas não saírem como você gostaria que saíssem, em circunstâncias em que você sente que vai perder o controle, deixe as coisas como estão e respire fundo. Retire-se, se for possível. Dê um tempo, “consulte no travesseiro o coração”, clame a Deus e, depois, mais sossegado, você verá as coisas de um outro ponto de vista e encontrará a saída mais sábia e equilibrada.

Não “erre o alvo”, não se machuque nem machuque o próximo. Não abra feridas no coração de pessoas que você ama e que estão à sua volta. Meça suas palavras. Medite nas conseqüências de atos impulsivos. Você não pode evitar sentir o que está sentindo. Isso é natural, pois você é um ser humano. Quando alguém o contraria, faz algo indevido contra você ou o ataca, é natural que isso altere todo o seu ser. Mas siga o conselho divino: “Irai-vos e não pequeis; consultai no travesseiro o coração e sossegai.”

Meditações Diárias

IRAR-SE E NÃO PECAR
Irai-vos e não pequeis; consultai no travesseiro o coração e sossegai. Sal. 4:4.

Pode você comer sem mexer a boca, correr sem agitar-se ou dormir sem fechar os olhos? Não! Como é possível então irar-se sem pecar? A ira em si já não é um ato pecaminoso?
O verbo hebraico ragaz, que no texto de hoje é traduzido como ira, indica comoção. Pode ser física ou psíquica, mas afeta toda a estrutura humana. Já o verbo jatá, que neste salmo é traduzido como pecar, significa literalmente “erram o alvo”. Quer dizer que cada vez que a ira toma posse de nosso ser, queiramos ou não, “erramos o alvo”. Não chegamos aonde queríamos chegar e, na maioria das vezes, chegamos aonde não queríamos chegar.

Na semana em que escrevo esta meditação, o Brasil assistiu horrorizado pela televisão a cena brutal do assassinato cometido por um juiz, pelo simples fato de o guarda do supermercado ter lhe dito que havia chegado a hora de encerrar o expediente. Aquele juiz nunca pensou em cometer semelhante crime. Mas na hora da ira houve uma comoção interior que o levou a tal loucura. Por isso, o conselho divino é: quando a ira aparecer e estivéreis afetados física e psiquicamente, “consultai no travesseiro o coração e sossegai”. Nada melhor para o problema da ira do que esperar pelo dia seguinte.

Tome uma decisão hoje. Diante das adversidades da vida, quando as coisas não saírem como você gostaria que saíssem, em circunstâncias em que você sente que vai perder o controle, deixe as coisas como estão e respire fundo. Retire-se, se for possível. Dê um tempo, “consulte no travesseiro o coração”, clame a Deus e, depois, mais sossegado, você verá as coisas de um outro ponto de vista e encontrará a saída mais sábia e equilibrada.

Não “erre o alvo”, não se machuque nem machuque o próximo. Não abra feridas no coração de pessoas que você ama e que estão à sua volta. Meça suas palavras. Medite nas conseqüências de atos impulsivos. Você não pode evitar sentir o que está sentindo. Isso é natural, pois você é um ser humano. Quando alguém o contraria, faz algo indevido contra você ou o ataca, é natural que isso altere todo o seu ser. Mas siga o conselho divino: “Irai-vos e não pequeis; consultai no travesseiro o coração e sossegai.”

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Meditação Diária


ATÉ NO RISO
Até no riso tem dor o coração, e o fim da alegria é tristeza. Prov. 14:13.

Não é pessimismo. É realidade triste e dura. Ninguém pode fugir dela. Este mundo era perfeito quando saiu das mãos do Criador. Não existia morte, dor, nem lágrimas. A partir da entrada do pecado, tornou-se hostil e estranho. Às vezes, é cruel e impiedoso.
Hoje, até quando você ri, a dor está presente. A alegria muitas vezes termina em tristeza. Outro dia, conversei com uma pessoa que durante trinta anos juntou dinheiro para realizar seu sonho de conhecer a Europa. Finalmente chegou o momento anelado. A viagem foi maravilhosa. Ela viu de perto coisas que só conhecia através dos livros; achou que o dinheiro tinha sido gasto com sabedoria.
Quando a viagem acabou, já em casa, colocou as malas no quarto e subitamente sentiu vontade de chorar. Não sabia explicar por que, mas sentia-se culpado. Descobriu que “até no riso tem dor o coração, e o fim da alegria é tristeza”.

Outro pensamento que o texto de hoje apresenta é a fragilidade das tentativas humanas para resolver os problemas da alma. Você vai a um circo para rir, e quando o espetáculo termina e as luzes se apagam só resta um vazio indefinível que dói. O jovem se droga querendo sair de suas angústias e, quando os efeitos passam, só restam desespero e vontade de morrer. Inutilmente, a criatura tenta livrar-se da culpa existencial. O coração dói e você não sabe definir por que luta, trabalha e se esforça, e tudo continua igual.

Só Jesus é capaz de preencher o vazio do coração. Ele é a única pessoa que coloca o mundo interior em ordem, perdoa, transforma e satisfaz. Cura, limpa e purifica. Por isso, Ele afirmou: “No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo, Eu venci o mundo.” João 16:33.
Ao conviver com Jesus, você aprende a administrar a dor existencial. A dor do ser sem ser. A sensação amarga de sentir-se mal sem ter feito mal.
Abra seu coração para Aquele que um dia disse: “Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou.” Converse com Ele, como um filho conversa com o pai. Questione as coisas que não compreende, pergunte, reclame e implore. Ele nunca deixou sem resposta quem O procura com sinceridade. E lembre-se: “Até no riso tem dor o coração, e o fim da alegria é tristeza.”