segunda-feira, 25 de agosto de 2008

"Darwianismo"


Nos últimos seis anos, o "pastor evangelista" Michael Dowd tem ido de púlpito a púlpito pregando o evangelho - não, não as boas-novas da salvação através de Jesus Cristo, mas da libertação e autoridade através de Charles Darwin. O que isso significa? "[Darwin nos dá] um modo muito mais empírico de falar sobre a natureza humana do que através de histórias como a do pecado original."

Como Yudhijit Bhattacharjee do New York Times escreve: "Explica nossas fragilidades, nossos vícios, nossas infidelidades e outras deficiências morais como subprodutos da adaptação ao longo de bilhões de anos. E isso, [Dowd] diz, tem um efeito potencialmente libertador: não importa a culpa; uma vez que entendamos nossos caminhos pecaminosos, podemos deixá-los e desempenhar um papel consciente na evolução da humanidade."

Considere Bob Miller, um octogenário cuja seqüência de infidelidades, décadas atrás, o levou ao divórcio, exatamente quando estava ascendendo à escada da corporação. Por anos Miller lutou para entender seu comportamento e as forças por trás disso. Então, em uma cruzada, Dowd veio à igreja de Miller. Lá, o Reverendo "explicou" a origem evolutiva do comportamento humano, e "Eureka!": Miller entendeu que a culpada por suas deficiências não era sua natureza caída, mas a testosterona elevada, adquirida por seu sucesso combinado. Liberto do fardo da culpa, Miller reflete: "Eu acho que a mudança física em meu corpo foi tão forte que ela subjugou qualquer ensino moral e crença religiosa que eu tive."

Agora você compreende - a ciência explica! Não é do coração que os maus pensamentos, assassinato, adultério e imoralidade sexual vêm; é de uma lei física trabalhando em nossa química. Você se sente melhor agora?

Agora Michael Dowd está vendendo seu novo livro Thank God for Evolution (Graças a Deus pela Evolução) com "Fatos que são a língua nativa de Deus". É uma boa frase de efeito! Realmente, os fatos são a língua nativa de Deus; fatos como:

• A evolução darwiniana nunca foi observada ou reproduzida mesmo em microorganismos cujos índices explosivos de réplicas garantiriam sua validade.

• Baseado no acaso, em processo não dirigido, a evolução darwiniana não têm força de predição. Conseqüentemente, a evolução darwiniana não tem contribuído para um único avanço tecnológico ou médico desde que ela foi conjeturada há 150 anos.

• A informação, como a encontrada no DNA, é conhecida empiricamente por se originar somente de causas inteligentes.

• Não tem havido tempo suficiente para o gene mais simples, muito menos para o organismo mais simples, desenvolver-se de um processo não inteligente, mesmo que sejam dados todos os ingredientes químicos necessários.

• E também há o fato da entropia, a lei universal da física que leva os sistemas a ir de mal a pior, a menos que afetados por uma aplicação racional de energia.

Mas de algum modo eu duvido que você encontrará esses fatos em Thank God for Evolution. Alguns você achará, de acordo com o autor, que são "muitas das doutrinas centrais do cristianismo - pecado, salvação, o reino de Deus, céu e inferno, Jesus como o caminho de Deus, a verdade e a vida" desempacotadas de "uma forma inegável e realista deste mundo".

Dowd representa isso, ilustrativamente, com um logo na van que ele e sua esposa usam em seu serviço "domiciliar". Ele mostra dois peixes se beijando: um com o nome de "Jesus" e o outro com o nome "Darwin".

Dowd chama sua perspectiva teológica de "criateística". Seria "cre-ateística?" Parece que sim, considerando que sua esposa, a qual ele descreve como sua "companheira de missão" seja uma ateísta.

(ThePoint)

Por: Michelson Borges

Vai faltar água


"A água é o petróleo do século 21", disse o executivo-chefe da empresa química Dow, Andrew Liveris. Assim como o petróleo, a água é um lubrificante importante da economia global, e sua oferta - pelo menos a da água potável - também vem sofrendo enorme pressão. Isso se deve ao crescimento da população mundial e a uma classe média emergente na Ásia, que demanda outro padrão de utilização da água. O Goldman Sachs estima que o consumo mundial esteja duplicando a cada 20 anos. Segundo o banco, trata-se de um ritmo de crescimento insustentável. A água, ao contrário do petróleo, não tem substituto. Além do setor agrícola, muitos outros produtos e serviços também dependem desse recurso, como é o caso da geração de energia. O banco JPMorgan calcula que cinco gigantes dos setores de alimentos e bebidas - Nestlé, Unilever, Coca-Cola, Anheuser-Busch e Danone - consomem quase 575 bilhões de litros de água por ano. Seria o suficiente para o consumo em um dia de todas as pessoas do planeta.


Série, Arqueologia Bíblica - Inscrição de Behistun


O texto da inscrição é uma declaração de Dario I, escrita três vezes em três alfabetos e línguas diferentes: duas línguas lado a lado, persa antigo e elamita, e babilônio acima delas.

Dario governou o império persa de 521 a 486 a.C.. Por volta de 515 a.C., ele mandou fazer uma inscrição com a longa história da sua ascensão ao poder diante do usurpador Smerdis da Pérsia (e sobre suas guerras subseqüentes e supressões de rebelião) a ser inscrita em uma falésia perto da atual cidade de Bisistun, aos pés das montanhas Zagros, no Irã, exatamente aonde se chega vindo das planícies de Kermanshah.

A inscrição tem aproximadamente 15 m de altura por 25 m de largura, e fica a 100 m de altura numa falésia à beira de uma antiga estrada ligando as capitais da Babilônia e do império dos Medas (Babilônia e Ecbatana, respectivamente). Ela é praticamente inacessível, pois a parte lateral da montanha foi removida a fim de tornar a inscrição mais visível após sua finalização. O texto em persa antigo contém 414 linhas em cinco colunas; o texto em elamita inclui 593 linhas em oito colunas e o texto babilônio está disposto em 112 linhas.

A inscrição foi ilustrada com um baixo-relevo de Dario em tamanho real, dois servos e 10 figuras de 1 metro representando os povos conquistados; o deus Ahura Mazda flutua sobre a ilustração, abençoando o rei. Uma figura parece ter sido acrescentada após as outras terem sido completadas, assim como (curiosamente) a barba de Dario, constituída de um bloco de pedra independente fixado com pinos de ferro e chumbo.

Por: Gilberto Theiss

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Adventista é nova capelã da Marinha dos EUA


Adrienne Townsend aceitou o juramento do ofício e foi oficialmente admitida em 24 de julho como primeira mulher adventista do sétimo dia a servir como uma capelã ativa junto à Marinha dos Estados Unidos. Townsend, que tem a patente de tenente, declarou que seus quatro anos como preceptora auxiliar de moças na Universidade Andrews, da Igreja Adventista, a preparou para a capelania e chama a seu novo posto de "um imenso campo missionário", onde pode ministrar também para pessoas jovens. "Sinto que Deus estabeleceu os fundamentos para eu entrar no ambiente militar e alcançar aqueles que precisam ouvir sobre Cristo", declara Townsend. "Desejo que Cristo seja glorificado e que Deus seja visto como real por todos com quem eu entrar em contato."

Townsend, que tem um Mestrado em Divindade do Seminário Teológico Adventista, ligado à Universidade Andrews, tem formação em educação e psicologia. Enquanto cursava Teologia, Townsend fez contato com um recrutador da Marinha que a chamou para a capelania.

O posto de Townsend é um "incentivo" para outras mulheres adventistas sentirem igual chamado ao ministério dentro das forças armadas", declarou o capelão Gary R. Councell, diretor dos Ministérios de Capelania Adventista para a Igreja em nível mundial.

Councell trabalhou com Townsend ao longo dos últimos dois anos para prepará-la para preencher os requisitos denominacionais e militares para o seu posto.

O tenente Christopher Carmichael, representante da Marinha da Estação de Recrutamento de Oficiais da Marinha, em East Lansing, Michigan, entregou a Townsend sua nomeação presidencial assinada pelo presidente George W. Bush. O capelão do Seminário James North dirigiu o juramento ao posto.

Uma vez tendo o seu posto de atuação determinado, os deveres de Townsend incluirão conduzir cultos, propiciar aconselhamento e realizar cerimônias como casamentos e funerais.

(Rede Adventista de Notícias)

Parábolas de Jesus: as dez virgens


O cenário da parábola das dez virgens (Mt 25:1-13) era típico de um casamento no Oriente Médio. Geralmente à noite, os convidados para a festa nupcial deveriam esperar pelo noivo junto à casa da noiva. Quando ele chegava, acompanhava a noiva e os convidados até sua casa, onde começava a festa. Se houvesse uma demora maior do que as expectativas, as lâmpadas poderiam ter ou não azeite suficiente para continuarem acesas. Imagine o caso de algumas moças tateando no escuro, com vestidos de festa, quando todos já estavam se afastando! Quando Cristo, sentado, contemplava o grupo que aguardava o esposo, contou aos discípulos a história das dez virgens, ilustrando, pela experiência delas, a da igreja que viveria justamente antes de Sua segunda vinda. Os dois grupos de vigias representam as duas classes que professam estar à espera de seu Senhor. São chamadas virgens porque professam fé pura.

Mateus 25:1: "Então, o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram a encontrar-se com o noivo."

25:2: "Cinco dentre elas eram néscias, e cinco, prudentes."

25:3 "As néscias, ao tomarem as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo;"

25:4: "no entanto, as prudentes, além das lâmpadas, levaram azeite nas vasilhas."

25:5: "E, tardando o noivo, foram todas tomadas de sono e adormeceram."

25:6: "Mas, à meia-noite, ouviu-se um grito: Eis o noivo! Saí ao seu encontro!"

25:7: "Então, se levantaram todas aquelas virgens e prepararam as suas lâmpadas."

25:8: "E as néscias disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas estão-se apagando."

25:9: "Mas as prudentes responderam: Não, para que não nos falte a nós e a vós outras! Ide, antes, aos que o vendem e comprai-o."

25:10: "E, saindo elas para comprar, chegou o noivo, e as que estavam apercebidas entraram com ele para as bodas; e fechou-se a porta."

25:11: "Mais tarde, chegaram as virgens néscias, clamando: Senhor, senhor, abre-nos a porta!"

25:12: "Mas ele respondeu: Em verdade vos digo que não vos conheço."

25:13: "Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora."

"Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos" (Sl 119:105). A lâmpada é a Palavra de Deus. O óleo é o Espírito Santo (Zc 4:1-6). Como as amigas da noiva esperaram pelo noivo, também a Igreja aguarda a volta de Cristo. Quem não se sujeita ao Espírito Santo, se desanima e estará despreparado para o encontro com Cristo.

Existem aqueles que conhecem os mandamentos e promessas de Deus, mas não permitem que eles transformem sua vida. Da mesma forma que os ouvintes do solo rochoso da parábola do semeador, aceitaram a verdade com alegria, mas não fizeram dela a força motivadora de sua vida.

Na parábola, as dez virgens saíram ao encontro do esposo. Todas tinham lâmpadas e frascos. Por algum tempo não se notava diferença entre elas. Assim é com a igreja que vive justamente antes da segunda vinda de Cristo. Todos têm conhecimento das Escrituras. Todos ouviram a mensagem da proximidade da volta de Cristo e confiantemente O esperam. Como na parábola, porém, assim é agora. Existe um tempo de espera; a fé é provada; e quando se ouvir o clamor "Aí vem o Esposo! Saí-Lhe ao encontro!", muitos não estarão preparados. Não têm óleo em seus vasos nem nas lâmpadas. Estão destituídos do Espírito Santo.

A teoria da verdade, se não estiver acompanhada da presença do Espírito Santo, não é suficiente para santificar o coração. Pode-se estar familiarizado com os mandamentos e promessas da Bíblia, mas se o Espírito de Deus não introduzir a verdade no íntimo, o caráter não será transformado. Sem a iluminação do Espírito, os homens não estarão aptos para distinguir a verdade do erro.

Ouvindo o clamor das cinco moças insensatas, à porta da casa do banquete, aprendemos mais algumas coisas. A primeira é que certos itens não podem ser obtidos no último minuto. O relacionamento com Cristo é um deles. Não podemos esperar estar prontos para Ele sem um preparo feito com antecedência. Segundo, há coisas que não podemos tomar emprestadas. Assim como as insensatas não podiam tomar óleo emprestado das amigas prudentes, também não podemos tomar emprestado o relacionamento com Deus. Cada um tem que desenvolver o seu.

Preparados para a emergência

As dez virgens foram surpreendidas pela chegada do noivo. Mas apenas cinco estavam preparadas para a viagem até a casa dele. O que fez a diferença? (v. 7 e 8). O que isso simboliza na vida do cristão? A diferença é que as que estavam preparadas mantiveram-se vigilantes. Isso simboliza que o cristão deve se manter sempre fiel à Palavra de Deus e sensível à influência do Espírito Santo. Ambos os grupos foram tomados de surpresa; porém, um estava preparado para a emergência, e o outro, não.

Quando acontecerão essas coisas? Qual será o sinal da Tua vinda? E do fim do mundo? Jesus respondeu com o sermão registrado em Mateus 24 e 25. Para compreender plenamente a parábola das dez virgens, é preciso enquadrá-la no contexto desses dois capítulos. “Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do homem” (Mt 24:30); “mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe” (Mt 24:36); “e não o perceberam” (Mt 24:39); “Portanto, vigiai, porque não sabeis” (Mt 24:42).

As dez virgens da parábola tinham a mesma aparência exterior, mas por dentro cinco estavam espiritualmente mortas. Estavam sonolentas, num quase estupor, enquanto as outras cinco estavam despertas. As dez começaram a noite com muita energia e grande expectativa, mas metade delas acabou dormindo. A pergunta é: Como podem os cristãos que aguardam a segunda vinda de Cristo permanecer despertos? Como manter e aumentar seu nível de energia? A resposta está sugerida na parábola: cinco virgens tinham o Espírito Santo enquanto as outras cinco não O tinham. As cinco que O tinham estavam envolvidas em um significativo testemunho e permaneciam alerta.

Testemunho

Um testemunho significativo é a própria regeneração da vida da pessoa. O termo significativo tem a ver com a aplicação dos dons espirituais ao serviço cristão. Os cristãos que tentam ministrar, sem os correspondentes dons do Espírito Santo, certamente fracassarão. Aqueles que exercitam seus dons no ministério serão bem-sucedidos e também revitalizados. Uma congregação sonolenta, quase letárgica, é aquela que se mantêm estagnada.

A hora da chegada do noivo simboliza o ponto da história humana em que Cristo volta. Como estará o mundo, por ocasião do retorno de Cristo? O mundo estará sob engano (Mt 24:5); estará sob guerras (Mt 24:6); sem amor ao próximo (Mt 24:12); ignorando a Deus (Mt 24:37, 38).

Apesar do testemunho diário da preparação da arca para o dilúvio, as pessoas continuaram a sua rotina diária, totalmente alheias ao evento que estava para ocorrer. Exatamente essa será a atitude de muitas pessoas pouco antes do retorno de Cristo. Os “cuidados do mundo” não devem distrair a atenção do cristão para o evento esperado.

O apóstolo Paulo assinala que essa será a característica especial dos que vivem justamente antes da segunda vinda de Cristo. Diz: "Nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos; porque haverá homens amantes de si mesmos... mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela" (2 Tm 3:1-5).

Essa é a classe de pessoas que em tempo de perigo é encontrada pregando paz e segurança. Acreditam estar tudo em ordem e não sonham com o perigo. Quando perceberem o grave erro de avaliação cometido, será tarde demais. De nada adiantará pedir socorro aos prevenidos e lhes tomar emprestado as reservas cuidadosamente preparadas. Em assuntos espirituais, ninguém pode remediar a deficiência de outros.

“Senhor, Senhor” – No dia final, muitos dirão: "Senhor, Senhor, não profetizamos nós em Teu nome? E, em Teu nome, não expulsamos demônios? E, em Teu nome, não fizemos muitas maravilhas?" (Mt 7:22). Mas a resposta será: "Digo-vos que não sei de onde vós sois; apartai-vos de Mim" (Lc 13:27).

Precisamos estar sempre prontos, se quisermos passar a eternidade ao lado de Jesus.

(Texto da Jornalista Graciela Érika Rodrigues, inspirado na palestra do advogado Mauro Braga)

A Bíblia nas Olimpíadas


Apesar da controvérsia no início do ano, milhares de Bíblias serão distribuídas aos atletas e turistas nos jogos olímpicos em Pequim -- com a aprovação do governo chinês.

A Sociedade Bíblica, com sede no Reino Unido, anunciou que as 180 filiais ao redor do mundo estão participando do projeto no país onde o governo comunista confiscou todas as Bíblias nas décadas de 1960 e 1970.

O projeto inclui a distribuição de 50 mil exemplares com os quatro evangelhos em chinês e em inglês. Além disso, 10 mil Bíblias completas e 30 mil cópias do Novo Testamento em chinês e inglês estarão disponíveis aos 16 mil atletas e 2 milhões de visitantes esperados.

James Catford, presidente da Sociedade Bíblica, declarou: "Este grande evento esportivo representa uma oportunidade única para tornar a mensagem transformadora da Bíblia disponível a milhares de atletas e visitantes de toda a China e de todo o mundo."

Leia mais.

Por: Pr. Marcelo Dias

Olímpiadas 2008


A China recebe a maior festa do planeta, na minha opinião, muito mais legal que a Copa do Mundo de Futebol, pois tem esportes para todos os gostos e leva o homem a superar suas próprias marcas. O famoso time de estrelas dos EUA, até agora se resume ao ‘Aquaman’ recordista de medalhas, Michael Phelps, enquanto a China torna-se até aqui na nova super potência do esporte.
No entanto, no meio do glamour e dos incríveis atletas, algumas coisas passam subliminares aos espectadores.
Ocultismo: Nem precisaria falar que as filosofias e religiões chinesas são supersticiosas e espiritualistas por natureza, mas ficou claro a promoção deste aspecto na incidência do número 8 na inauguração as 8hs do dia 8 do mês 8 de 2008. O 8 é um número mais que perfeito no ocultismo, pois é o 1 mais o número da perfeição, 7. Pode alguém ser mais que perfeito? O número 7 é o número de Deus, pode alguém ser mais que o próprio Deus?
Os mascotes da Olimpíada são os Fuwas, que são cinco bonecos que simbolizam os 5 elementos da religião chinesa, o fogo, a água, a terra, o metal e a madeira. A tocha olímpica e o próprio significado das Olimpíadas tem uma origem pagã, que remonta a honra aos deuses e o humanismo.
Político-Proféticas: A china é um imenso gigante comunista no continente Asiático, com mais de um bilhão de habitantes, dos quais uma ínfima minoria é cristã. Para a América, a China dominada é um parceiro e consumidor a mais, e um concorrente a menos. Para o Vaticano, a China é um campo ainda resistente a autoridade Papal, pois mesmo a Igreja Católica presente naquele país, não pode reconhecer de fato a soberania do Pontífice. Tanto para os EUA e para o Vaticano é importante enfraquecer o partido comunista e dominar politicamente a região, para que a América tenha hegemonia militar e o Vaticano tenha influência ecumênica com as religiões orientais dominantes na China.
A questão Tibetana, que envolve a antiga luta pela independência deste país que foi anexado pelo regime comunista Chinês, serve como pretexto para voltar a opinião mundial contra o comunismo Chinês. Astuciosamente, promove o retorno do Dalai Lama, antigo amigo da América e do Vaticano e maior promotor do espiritismo Budista ao poder do Tibet.
O sarcasmo Americano não perde oportunidade, qualquer motivo é oportunidade de falar contra uma China que se esforça homericamente para dar aparência de auto-suficiência e grandeza. Os atletas olímpicos Americanos desceram de máscaras na China, questionando a poluição de Pequim (Depois se desculparam! Não lembraram que a América é muito mais poluidora?), todo ato de protesto contra a China é explorado as últimas conseqüências, como se o mundo não soubesse que num país gigantesco de regime totalitário não haveria alguém descontente.
Contudo, os ocidentais não contavam com a incrível determinação e precisão dos atletas Chieses que surpreendem como donos da festa e donos das medalhas! A grandeza do povo Chinês, parece não estar no tamanho de seu imenso país, nem nos números de sua população ou na força de seu partido político, mas sim, na grandeza dos sonhos de seu povo.

Por Pr. Ericson Danese